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20/06/2008

Manhas...

Observem a perseverança e o profissionalismo deste pequeno ser...impressionante. Fico a pensar durante quanto tempo terá treinado até chegar a este ponto :)

Á hora que este post entrar no ar, estarei eu em viagem e só volterei lá para domingo á net. Uma excelente 6ª feira e um óptimo fim-de-semana

20/11/2007

Dia Internacional dos Direitos da Criança.

Neste dia poderia falar só de como é maravilhosos ter um filho, compartir a vida com ele, bla bla, bla bla, mas sinto a obrigação de me lembrar e falar em todas as que não têm voz. A Declaração Universal dos direitos da criança existe e foi ratificada pelas nações unidas desde 1989.

A Convenção assenta em quatro pilares fundamentais que estão relacionados com todos os outros direitos das crianças:

• a não discriminação, que significa que todas as crianças têm o direito de desenvolver todo o seu potencial – todas as crianças, em todas as circunstâncias, em qualquer momento, em qualquer parte do mundo.

o interesse superior da criança deve ser uma consideração prioritária em todas as acções e decisões que lhe digam respeito.

a sobrevivência e desenvolvimento sublinha a importância vital da garantia de acesso a serviços básicos e à igualdade de oportunidades para que as crianças possam desenvolver-se plenamente.

a opinião da criança que significa que a voz das crianças deve ser ouvida e tida em conta em todos os assuntos que se relacionem com os seus direitos.

A Convenção contém 54 artigos, que podem ser divididos em quatro categorias de direitos:

• os direitos à sobrevivência (ex. o direito a cuidados adequados)
• os direitos relativos ao desenvolvimento (ex. o direito à educação)
• os direitos relativos à protecção (ex. o direito de ser protegida contra a exploração)
• os direitos de participação (ex. o direito de exprimir a sua própria opinião)

Ver a Declaração completa aqui
Não compreendo como continuam a existir images destas...


29/10/2007

De pequenino se torce o pepino II

Ainda sobre o papel que nós pais temos na educação e a propósito de uma conferência que decorre hoje na Casa da Música sobre "o papel e o espaço da arte no sistema educativo" tenho verificado que de facto os nossos exemplos nos hábitos mais simples são a melhor forma de passarmos a mensagem que queremos.
Desde sempre temos por hábito lá em casa ler e ouvir música e é curioso ver que isso se tornou num hábito também para o Luís pois é ele mesmo a pedir música, seja ela qual fôr. Quanto aos livros gosta de andar com eles de um lado para o outro e sentar-se a folheá-los para ver as imagens. Dá-nos um e fica com outro (claro que falo daqueles pequeninos só com imagens e apropriados para crianças de 2 anos), ficando entretido durante bastante tempo. E claro que brinca com todos os outros brinquedos próprios da sua idade!!!
Não tenho nenhuma intenção em transformar o meu filho em nada que ele não queira ser mas acredito que hábitos destes incutidos desde que são muito pequenos, tornam-se em coisas naturais não havendo mais tarde a dificuldade em incutir gosto pela música ou hábitos de leitura.
Considero que na educação a arte deve ter um papel importante na educação, embora aqui me sinta uma completa leiga, pois só assim se combaterá o grave problema cultural que temos. e gostaria de saber que na escola ele teria um reforço destes conhecimentos.

28/05/2007


Não é inglês, nem é loiro de olhos azuis mas precisa da nossa ajuda, que é um mero pormenor na sua busca infindável.

Foi criado um blog sobre o Rui Pedro. Se quiser saber mais ou tiver informações vá aqui


23/05/2007

Mais uma pérola...

Tenho andado afundada em trabalho pelo que não tenho querido escrever sobre temas importantes. No entanto ouvi hoje mais uma pérola que merece o devido destaque, embora sob pena de por falar no assunto ás tantas arriscar-me a ter o blog censurado ou fechado.

Então não é que agora o "nosso" Ministro da Saúde considera a possibilidade de pôr as crianças menores de 12 anos a pagar????? Eu vinha de carro e até me ia espetando tal foi o meu espanto!

E isto é um governo socialista....imaginem lá se não fosse!

Eu nem tenho uma reacção maior do que este post pois a minha educação não mo permite. Mas se pensam que indo isto para a frente ficarei quieta a ver a caravana a passar estão muito enganados...

15/05/2007

Coragem que não acaba...

Li no blog do h.r. uma frase acerca da mãe do Rui Pedro pois afinal já passaram 9 anos e ela continua com uma dor imensa no seu olhar. É verdade o que diz h.r.... mas vendo bem as coisas, esta mãe reagiu muito bem e tem uma força de vida fantástica pois continua a acreditar que vai encontrar o filho.

Ontem no programa prós & contras (que não pude ver até ao fim) reparei na forma decidida e controlada como se expressava. Então no momento em que voltou a fazer um apel pelo filho e olho directamente para a câmara, a sua força arrepiou-me! Olho para o meu filho e nem consigo ter uma pálida ideia do que faria, no entant sei que tentaria ser como ela que, sem qualquer tipo de apoio, perante uma Polícia Judiciária totalmente desorganizada na altura, ela lutou e durante 9 anos tem feito de tudo para tentar encontrar o seu filho.

Um dia encontrei-a no parque da cidade numa marcha pelas crianças maltratadas em que se falou também de crianças desaparecidas, a certa altura pediram-lhe para falar com os presentes (uma tristeza de participações...como sempre em Portugal era apenas umas centenas, quand podiam ter sido uns milhares) Ela ficou de uma calma incrível, tentou ser objectiva, ela sabe que isso é essencial para passar a informação que pretende.

Imaginem agora a dor desta mãe a ver as diferenças de tratamento (umas pelo avançar do tempo, mas a maior parte por ser onde foi e com quem foi) entre o seu caso e este caso mais recente? Ontem os pais ingleses lá apareceram a falar umbocado com a comunicaçã social, eles sabem que é essencial não deixar morrer a história, eles têm a atenção da comunicação social a nível mundia... e sabem-no e não querem desperdiçar este precioso recurso.

A mãe do Rui Pedro, não tinha comunicação social, não veio ninguém com grandes ofertas para o caso de o filho aparecer, teve de fazer e colar cartazes sózinha...e nunca desistiu! E ontem chegou ao ponto de dizer que ao menos o caso do filho dela tenha servido para alertar às mudanças...credo que coragem, sinceramente não sei se conseguiria ter este tipo de postura perante tal diferença de tratamento.

Hoje fica aqui um beijinho para esta mãe em especial, com desejo que volte a encontrar o seu filho.

10/05/2007

Quem quer faz a diferença

Por estes dias assisti á atitude dos colaboradores do infantário do meu filho.
O infantário pertence a uma Obra diocesana. Nele andam crianças de todas as classes sociais, nomeadamente crianças de famílias carenciadas. Até aqui nada de novo pois a Segurança Social comparticipa a educação.
O trabalho este infantário é excepcional pois eles trabalham com a consciência de que têm nas mãos crianças que, só ali, terão determinadas experiências.
Esta semana lá houve mais uma actividade para ajudar a patrocinar a viagem de "finalistas" dos miúdos de 5 anos, pois não podendo os pais carenciados pagar o infantário, não terão também como pagar estas actividades extra. E o próprio infantário também não.
E é aqui que entram as pessoas que fazem a diferença.
Durante uma semana as educadoras e auxiliares organizam-se para servirem pequenos almoços a um preço simbólico (baratíssimo para a qualidade dos mesmos) . Estes pequenos almoços são constituídos por sumo, leite, café, bolos vários, etc tudo feito por mães e por elas próprias. Mas o trabalho não acaba aqui: Elas, para poderem fazer isto, estão no infantário ás 07h30 e não saem mais cedo nessses dias... e atendem-nos cheias de alegria, agradecidas quando percebem que queremos participar.
Claro que fiquei contagiada e amanhã toca-me a mim levar um bolo para ajudar.
Este é um excelente exemplo de uma consciência comum, em que tentam que todos os miúdos sejam iguais e tenham as mesmas oportunidades... e com isto não há ricos nem pobres.

15/03/2007

Diminuição de "testes do pezinho" aponta para grande descida dos nascimentos

Se isto já acontece agora imaginem quando a lei do aborto livre estiver em prática...

será que o ministro da saúde está á espera que baixe até um número em que possa mandar acabar com este teste por o resultado não ser significativo?

26/02/2007

Por eles!

O 1º Post desta semana é dedicado a todos os pais e mães que tendo sido surpeendidos pela chegada adiantada dos seus filhos ou por terem algum problema á nascença, lutam diáriamente para que tudo corra bem.

Não sei se é possível transmitir a angústia que se sente, quando se vê um filho, acabado de nascer, ser levado por outras mãos que não as nossas, para uma unidade de neonatologia. Acho mesmo que é quase impossível transmitir pois só quem passa é que sabe...
De qualquer das formas é importante sabermos o que é feito nestas ocasiões, tanto pelos pais como pelas equipas de enfermagem que estão diáriamente a cuidar dos nossos pequeninos.
Numa altura em que a vida foi tão discutida, não ouvimos ninguém falar acerca de dar condições a quem luta pela vida. Poderão pensar que estou a misturar assuntos mas realmente não estou.
Temos um Estado que vai criar condições para que pessoas que não queiram ter um filho posam abortar com "dignidade" . No entanto, quem está num hospital 24 sob 24 horas a lutar pela vida de um filho não tem o mínimo de condições.

Dou pequenos exemplos para que se possam perceber: normalmente as unidades de neonatologia são distantes das unidades de obstetrícia, obrigando a mulher a práticamente nem descansar pois não irá perder tempo a percorrer metade do hospital para ir descansar um bocado. Quando o nosso filhote teve uma sépsis á nascença, teve de ir para a neonatologia durante uns dias. Como é óbvio eu tentava passar lá a maior parte do dia e das poucas vezes que fui à obstetrícia para descansar um bocado, tive as auxiliares a questionarem-me sobre as horas das refeições, dizendo que eu tinha de estar lá ás horas estipuladas se não teria a refeição. Após ter explicado diversas vezes que me era impossível prever pois tinha uma vida dependente de mim, tive de me chatear e dizer que se não quisessem, não me guardassem a refeição pois eu resolveria o problema de outra forma. Porque é que isto acontece? Porque está tudo muito mecanizado e não deixam margens para excepções (como era esta) nem para qualquer tipo de humanismo.

Pelo contrário, na unidade de neonatologia, uma excelente equipa de enfermeiros trabalhava a par connosco para que o nosso filhote vingasse! Estes enfermeiros viveram connosco e com todos os outros pais as pequenas vitórias e derrotas que fazem parte destes processos. Tentavam dar o máximo de condições para ajudarem os pais, no entanto havia coisas onde não podiam ajudar, tais como o facto de uma mãe ter uma cadeira (na maior parte das vezes é de plástico) para ficar a descansar ao pé do seu filho.
Este Post é dedicado a todos os pais, filhos e quem os ajuda, que estão a lutar pela vida.
Visitem estes amigos e deêm-lhes uma forcinha pois bem estão a precisar!