Se o nosso "socas" não tem cuidado pode muito bem acontecer-lhe o que aqui é vaticinado :)
Para quem gosta do "Yes, Prime Minister" vale a pena ver o vídeo todo!
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14/11/2008
Education...
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Ka
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11/14/2008
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08/11/2008
Estar em negação
Ok, não resisti e assisti dois dias consecutivos ao telejornal (já sei que o nome não é assim mas sempre chamei as notícias da noite de telejornal) e, infelizmente, sem espanto assisti à ministra num estado de negação completa acerca do descontentamento geral da classe docente...Pergunto-me qual será o limite para que veja que está a fazer não um mau mas um péssimo trabalho pois além de sobrecarregar os professores com burocracia, está com esta teimosia a tirar-lhes a paz de espírito (alguém com um mínimo de consciência não poderá avaliar o colega acerca de uma disciplina da qual nada sabe...) e o prazer de leccionar...factores tão essenciais ao sucesso escolar!
Mas claro...isto sou só e a pensar alto!
ps - A coruja que me desculpe mas foi a primeira imagem que me pareceu com a dita...
ps2 - e não desenvolvo o tema pois é sábado e vou daqui a pouco deliciar-me com umas castanhas, querem????
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11/08/2008
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29/10/2007
De pequenino se torce o pepino II
Ainda sobre o papel que nós pais temos na educação e a propósito de uma conferência que decorre hoje na Casa da Música sobre "o papel e o espaço da arte no sistema educativo" tenho verificado que de facto os nossos exemplos nos hábitos mais simples são a melhor forma de passarmos a mensagem que queremos.
Desde sempre temos por hábito lá em casa ler e ouvir música e é curioso ver que isso se tornou num hábito também para o Luís pois é ele mesmo a pedir música, seja ela qual fôr. Quanto aos livros gosta de andar com eles de um lado para o outro e sentar-se a folheá-los para ver as imagens. Dá-nos um e fica com outro (claro que falo daqueles pequeninos só com imagens e apropriados para crianças de 2 anos), ficando entretido durante bastante tempo. E claro que brinca com todos os outros brinquedos próprios da sua idade!!!
Não tenho nenhuma intenção em transformar o meu filho em nada que ele não queira ser mas acredito que hábitos destes incutidos desde que são muito pequenos, tornam-se em coisas naturais não havendo mais tarde a dificuldade em incutir gosto pela música ou hábitos de leitura.
Considero que na educação a arte deve ter um papel importante na educação, embora aqui me sinta uma completa leiga, pois só assim se combaterá o grave problema cultural que temos. e gostaria de saber que na escola ele teria um reforço destes conhecimentos.
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10/29/2007
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De pequenino se torce o pepino I
Nestes dois últimos fins de semana estive num workshop e num concerto para bebés na casa da música.
Cada vez me convenço mais que o papel dos pais é fundamental na criação de hábitos nas crianças, sejam eles bons ou maus. A maior parte dos adultos subestima claramente as crianças quando acha que estão alheadas, ou distraídas e não observam o que o adulto faz. Mas é precisamente o contrário que acontece.
Cada vez me convenço mais que o papel dos pais é fundamental na criação de hábitos nas crianças, sejam eles bons ou maus. A maior parte dos adultos subestima claramente as crianças quando acha que estão alheadas, ou distraídas e não observam o que o adulto faz. Mas é precisamente o contrário que acontece.
No domingo dia 22 estava no tal workshop e o Luis que tinha dormido uma sesta mais pequena que o habitual, chegou lá meio rabugento. Quando entramos para a sala é regra todos descalçarem sapatos e as crianaças andarem um liberdade. Para ele isto foi a felicidade imediata e para nosso desespero, pois ele começou a explorar a sala toda e não prestou grande atenção ao que faziam as animadoras...pensei eu. No entanto a certa altura vai sentar-se ao lado de uma e repetiu a sequência que tinha estado a ser ensinada ao mesmo tempo que a animadora. No fim do workshop e em conversa com a animadora ela confirmou o que eu por vezes já tinha pensado: as crianças observam mesmo que pareçam distraídas.
Isto leva-me a pensar que temos realmente que ter consciência que elas embora possam estar a fazer uma qualquer outra actividade, têm a capacidade de nos observar sendo por isso a nossa atitude e os nosos hábitos fundamentais como exemplo para eles.
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10/29/2007
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Labels: concertos para bebés, educação, Luis
06/09/2007
Atropelos
A falta de civismo é um assunto que cada vez me irrita mais. Cada vez é mais insuportável ter de aturar pessoas que quase se atropelam para serem as primeiras a passar por uma porta, ou eu dar passagem a um carro e não haver um sinal de agradecimento, ou o contrário...ninguém dar passagem...ou parar numa passaderia...enfim acho que percebem do que falo.
Estes pequenos exemplos ilustram bem a nossa sociedade, onde as pessoas vivem sempre centradas no seu umbigo, com uma atitude mesquinha e tacanha, com uma atitude de falta de respeito pelas regras de sociedade.
Após umas férias num país onde a atitude é exactamente oposta, confesso que sinto uma enorme dificuldade em voltar a esta grotesca rotina...é deprimente ver as pessoas sempre com uma cara mal disposta, a não saberem ter uma atitude cortês, por mais pequena que ela seja. É difícil ficar parada e não explodir quando vejo as pessoas a não cumprirem o estipulado, apenas por proveito próprio.
Hoje tive um belo exemplo disso e não obstante a minha boa disposição matinal, tive de contar até 100 para não explodir de forma mais incorrecta.
Apanhei o metro de manhã para chegar ao escritório. No metro há uns lugares cujo banco levanta e nas costas dos mesmos podemos ler a seguinte inscrição "Por favor não utilizar em horas de ponta". Nestes 4 bancos (2 à direita e 2 à esquerda) iam todos ocupados por pessoas novas, frescas que nem umas alfaces, e sem a mínima necessidade peremptória de os usar.
Fiquei tão irritada que sabia que não tinha a capacidade de fazer uma chamada de atenção de forma correcta...assim que fiquei por um olhar fulminante, que foi totalmente ignorado.
Porque é que custa tanto ás pessoas serem cívicas?
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9/06/2007
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23/07/2007
Mais uma ideia brilhante...
O Ministério da Educação propôs na passada semana que o ensino da música nas Actividades de Enriquecimento Curricular, seja substituído por outra actividade sempre que se verifiquem dificuldades de contratação de professores qualificados, sem prejuízo no valor do financiamento. (ler mais aqui ).
Não querendo simplesmente fazer crítica gratuita parece-me no entanto que o Estado faz exactamente o contrário do que deveria fazer. O Estado deveria promover a cultura e criar condições para que a mesma chegue ao maior número de pessoas, tendo a escola um papel fundamental no enriquecimento cultural.
Mas não... o Estado opta pela política do fácil...faz-se uma qualquer outra actividade e fica o assunto resolvido. Nem sequer é planeada a actividade a ser feita.
Mas isto sou só eu a falar...
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7/23/2007
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Labels: educação, música, reclamações, sociedade
10/05/2007
Quem quer faz a diferença
Por estes dias assisti á atitude dos colaboradores do infantário do meu filho.
O infantário pertence a uma Obra diocesana. Nele andam crianças de todas as classes sociais, nomeadamente crianças de famílias carenciadas. Até aqui nada de novo pois a Segurança Social comparticipa a educação.
O trabalho este infantário é excepcional pois eles trabalham com a consciência de que têm nas mãos crianças que, só ali, terão determinadas experiências.
Esta semana lá houve mais uma actividade para ajudar a patrocinar a viagem de "finalistas" dos miúdos de 5 anos, pois não podendo os pais carenciados pagar o infantário, não terão também como pagar estas actividades extra. E o próprio infantário também não.
E é aqui que entram as pessoas que fazem a diferença.
Durante uma semana as educadoras e auxiliares organizam-se para servirem pequenos almoços a um preço simbólico (baratíssimo para a qualidade dos mesmos) . Estes pequenos almoços são constituídos por sumo, leite, café, bolos vários, etc tudo feito por mães e por elas próprias. Mas o trabalho não acaba aqui: Elas, para poderem fazer isto, estão no infantário ás 07h30 e não saem mais cedo nessses dias... e atendem-nos cheias de alegria, agradecidas quando percebem que queremos participar.
Claro que fiquei contagiada e amanhã toca-me a mim levar um bolo para ajudar.
Este é um excelente exemplo de uma consciência comum, em que tentam que todos os miúdos sejam iguais e tenham as mesmas oportunidades... e com isto não há ricos nem pobres.
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5/10/2007
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Labels: crianças, educação, infantários
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