... quando entrei lá pela primeira vez. Tudo era novo, cheio de meninos novos muito mais velhos que eu. Ainda me lembro da primeira vez que a campainha tocou e fique a chorar ao ver a minha irmã mais velha a ir para as aulas dos grandes.
Lembro-me de o meu pai nos levar de manhã pela rua com as árvores que ainda lá continuam e o cheiro típico do outono que se sentia no começo de cada ano escolar.
As recordações da casa das bonecas, do jardim, das pinturas com mãos nas grandes folhas de papel, aquela sala sempre com uma luz soalheira. O campo de futebol, que era de gravilha, onde dia sim dia sim, lá ficava mais uma cicactriz nos joelhos...ou então da fogueira que fazíamos no Outono no dia de S. Valentim (nunca mais umas castanhas conseguiram ter o sabor daquelas comidas entre risos e brincadeiras). Os jogos de berlindes ou caricas feitos nos caminhos de terra resguardados pela mesma árvore que ainda lá está...as mesas e os bancos onde nos sentávamos a trocar confidências.... tudo isso continua lá embora eu veja já com uns olhos diferentes pois os espaços reduziram...
Lembro-me das salas e das professoras...das primeiras letras desenhadas...do cheiro a café que uma delas fazia no intervalo do almoço...da régua de madeira com uma folha de metal por dentro (como lhe conheci bem a textura na minha mão...hehe)...as festas de natal, as aulas de ginástica... as idas á praia durante Julho e as sestas quando chegávamos da praia...as aulas de lavores (será que as meninas ainda têm hoje em dia???)
...e hoje de manhã ao percorrer os mesmos espaços recordei isto tudo com alguma nostalgia e desejei do fundo do meu coração que o Luís tenha a oportunidade de ter todas estas recordações quando começar a lá estudar.
O estado de espírito que tive foi muito parecido com este excerto de um dos meus filmes favoritos: Dead Poet's Society
Porque a vida é feita de recordações :)
As recordações da casa das bonecas, do jardim, das pinturas com mãos nas grandes folhas de papel, aquela sala sempre com uma luz soalheira. O campo de futebol, que era de gravilha, onde dia sim dia sim, lá ficava mais uma cicactriz nos joelhos...ou então da fogueira que fazíamos no Outono no dia de S. Valentim (nunca mais umas castanhas conseguiram ter o sabor daquelas comidas entre risos e brincadeiras). Os jogos de berlindes ou caricas feitos nos caminhos de terra resguardados pela mesma árvore que ainda lá está...as mesas e os bancos onde nos sentávamos a trocar confidências.... tudo isso continua lá embora eu veja já com uns olhos diferentes pois os espaços reduziram...
Lembro-me das salas e das professoras...das primeiras letras desenhadas...do cheiro a café que uma delas fazia no intervalo do almoço...da régua de madeira com uma folha de metal por dentro (como lhe conheci bem a textura na minha mão...hehe)...as festas de natal, as aulas de ginástica... as idas á praia durante Julho e as sestas quando chegávamos da praia...as aulas de lavores (será que as meninas ainda têm hoje em dia???)
...e hoje de manhã ao percorrer os mesmos espaços recordei isto tudo com alguma nostalgia e desejei do fundo do meu coração que o Luís tenha a oportunidade de ter todas estas recordações quando começar a lá estudar.
O estado de espírito que tive foi muito parecido com este excerto de um dos meus filmes favoritos: Dead Poet's Society