10/04/2008

Bom dia !

E esta chuva que nunca mais pára????? Credo!!!!
Volto mais logo...

09/04/2008

Pensamento do dia

... O tempo é algo que não volta atrás.
Por isso plante seu jardim e decore sua alma,
Ao invés de esperar que alguém lhe traga flores ...
William Shakespeare


Porque...há quem passe uma vida inteira à espera que a vida lhe bata à porta...

Bom dia !


Vou buscar um café a ver se a engrenagem arranca que isto hoje não está fácil :P

08/04/2008

Saber Discernir

Primeiro pára, senta-te e pensa o que pretendes de bem. Depois, pondera, não as hipóteses teóricas, mas as possibilidades reais. Então, entre duas realidades, podes escolher a melhor. Discernir não é descobrir a única hipótese boa, é decidir, entre coisas boas, qual é a melhor, a mais construtiva para si e para os outros. Se é fácil ou difícil, isso não conta.
(Padre) Vasco Pinto de Magalhães, in 'Não Há Soluções, Há Caminhos'


Porque...devemos ter a coragem de saber discernir :)

Bom dia!


Está um tempo tenebroso? Acordaram maldispostos? hmmmm
Toca lá a fazer um sorriso pois mesmo com chuva temos um dia inteirinho para aproveitar!!!
Porque...tristezas não pagam dívidas :P

07/04/2008

"Moon Pine" um momento... indescritível

Na passada 6ª feira tinha uns convites para ir ver a estreia mundial de uma peça feita com base nos poemas em inglês de Fernando Pessoa na Casa da música.

Conhecendo eu alguns dos seus poemas confesso que estava bastante entusiasmada por poder assistir a este concerto e pensei que seria uma bela forma de começar o fim-de-semana. Assim, combinei com a M. e lá nos encontramos à hora marcada. Tomámos antes um aperitivo e de seguida fomos para o concerto.

Antes de começarmos a ouvir a peça propriamente dita apareceu o autor da obra e entre outras coisas disse que Fernando Pessoa tinha nos seus poemas uma musicalidade enorme e que os seus poemas tinham imensa vida. Confesso que estava cada vez mais curiosa e imaginei que sendo o nome da peça "moon pine" a música, seria romântica, fosse numa vertente melancólica ou então alegre.

O autor sai, entram os músicos e eu que naqueles breves momentos tinha trocado umas breves palavras com M. disse: já estão nas afinações portanto vamos lá calar!
Passaram uns minutos e começo a ouvir também a soprano, que estaria grávida de ceerca de 6/7 meses, a afinar a voz...e pensei com os meus botões: que forma que esta gente tem de afinar...de tão desafinado que está isto até magoa os ouvidos! E a criança na barriga da mãe a ouvir tais guinchos até pensará que a mãe terá entrado em trabalho de parto.

Passam-se mais uns minutos e ao olhar para M. apercebo-me pelo seu olhar de pânico que aquilo não eram afinações mas sim o concerto propriamente dito!!!
Considero-me bastante eclética no que a música se refere mas nem podia acreditar que alguém pudesse chamar aquilo música, muito menos fazer daquilo uma obra...e tal pensamento deu-me uma vontade de rir que vocês nem podem imaginar. Tentei abstrair-me mas pressenti que M. estava como eu. Baixei os olhos e tentei pensar noutras coisas, abri a carteira, olhei para o telemóvel (que estava sem som) desesperada à procura de um qualquer sms que me tirasse daquela iminente barraca que seria dar uma gargalhada em pleno concerto.
E o desafino continuava e ganhava cada vez mais vida...a certa altura tentei perceber como estavam a reagir as restantes pessoas e descobri uma senhora na 1ª fila (nós estávams na 2ª) a olha para mim com ar de pânico como se me pedisse que tirasse daquele pesadelo. Mais espantoso de tudo foi um casal que se balançava, tentanto acompanhar a "melodia" da peça ...e o ar introspectivo deles era qualquer coisa de espantoso!!!!!

Posso dizer-vos que foram momentos dolorosos os que passamos até à música terminar e que pela primeira vez na minha vida saí da sala, pedi desculpa à assistente cá fora dizendo"desculpe mas isto é mau de mais para ser verdade" ao que ela assentiu muito prontamente!

Coitado de Fernando Pessoa...pergunto-me qual seria a sua reacção a ver a sua obra "interpretada" desta forma.

Bom dia!


Porque há dias em que acordamos assim...com um sorriso na cara!
E agora toca a aproveitar esta semana da melhor forma :)

04/04/2008

Bom dia!

É tolo quem se quer opor ao amor, como se pudesse lutar com ele ...
Sófocles
Porque...é uma grande verdade, não acham?

03/04/2008

Bom dia :)

Ao longo da muralha que habitamos
Há palavras de vida há palavras de morte
Há palavras imensas,que esperam por nós
E outras frágeis,que deixaram de esperar
Há palavras acesas como barcos
E há palavras homens,palavras que guardam
O seu segredo e a sua posição

Entre nós e as palavras,surdamente,
As mãos e as paredes de Elsenor

E há palavras e nocturnas palavras gemidos
Palavras que nos sobem ilegíveis À boca
Palavras diamantes palavras nunca escritas
Palavras impossíveis de escrever
Por não termos connosco cordas de violinos
Nem todo o sangue do mundo nem todo o amplexo do ar
E os braços dos amantes escrevem muito alto
Muito além da azul onde oxidados morrem
Palavras maternais só sombra só soluço
Só espasmos só amor só solidão desfeita

Entre nós e as palavras, os emparedados
E entre nós e as palavras, o nosso dever falar.
(Mário Cesariny)

Porque...há palavras....

02/04/2008

Dia Mundial do Livro Infantil


Hoje celebra-se o Dia Mundial do livro infantil. Provavelmente passará desapercebido à maior parte das pessoas no entanto deveria ser o contrário uma vez que "de pequenino se torce o pepino" e quem hoje em dia tem habitos de leitura, na maior parte dos casos começou-os por influência familiar e durate a infância. Poderia falar de escritores estrangeiros e de obras que me acompanharam ao longo da minha infância, alguns já falados neste blog até. No entanto e porque considero que temos escelente escritores portugueses deixo aqui apenas alguns nomes, uns lidos na infância, outros que li mais tarde mas que gostei e recomendo que comprem para os vossos filhos.

Sophia de Mello-Breyner Andersen
Isabel Alçada
Ana Maria Magalhães
Alice Vieira
José Jorge Letria
Matilde Rosa Araújo
Maria Lamas
Aconselho-vos a pesquisarem estes nomes e folhearem os livros destes escritores que embora não substituam os Clássicos, que vão desde Hans Christien Andersen, passando pela Condessa de Segúr, Enid Blyton, etc, são um importante e insubstituível complemento que devemos promover.

Curiosamente enquanto fazia a pesquisa para este post reparei que quase todos eles tiveram prémios de literatura e que a Gulbenkian tem uma especial a tenção à divulgação da literatura portuguesa tendo mesmo um Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura Infantil ...uma atitude louvável e que foi de suma importância para alguns destes escritores no início das suas carreiras.

COEURS

Thierry, que é agente imobiliário, tem tido dificuldades em encontrar um apartamento a Nicole e Dan, um casal de clientes difícil. Na agência, Charlotte, sua colaboradora empresta-lhe uma cassete de uma emissão de televisão que ela adora, “As canções que mudaram a minha vida”, um programa religioso de variedades que perturba fortemente Thierry. A irmã mais nova de Thierry, Gaëlle, procura secretamente o amor, chegando a recorrer a anúncios. Dan, militar de carreira que acabou de ser expulso do exército, passa os seus dias no bar de um novo hotel do 13º bairro onde confidencia a Lionel, o barman, as suas aventuras profissionais e sentimentais com Nicole. Para assegurar o bom funcionamento do serviço à noite, Lionel viu-se obrigado a contratar uma assistente para tratar do seu pai, Artur, um homem velho, doente e em fúria. O nome dela é Charlotte. É assim que o desenvolvimento de um personagem pode perturbar o destino de um outro sem que para tal o conheça ou o venha sequer a encontrar. Trailer

Conhecido pela sua já longa carreira iniciada por meados do século passado e que conta com filmes como "Hiroshima meu Amor" (da Margueritte Duras), Muriel e documentários de grande importância como "Noite e nevoeiro", Alain Resnais (que completará em Junho 86 anos) adapta para o cinema mais uma peça do dramaturgo Alan Ayckbourne, Private Fears in Public Places e muda o local de Londres para Paris.
Este filme segue os (des)encontros de seis personagens na procura de pontos de fuga à solidão, seja ela através da bebida, da fantasia ou de anúncios na internet. Mostra essencialmente a crueza da solidão na sociedade moderna, mas embora sendo triste, este filme não cai no melodrama uma vez que é sempre acompanhado de excelentes momentos de humor. A historia é tecida de forma a nunca termos momento de aborrecimento.
Embora seja passado sempre dentro dos mesmos cenários apenas com 6 personagens, é delicioso ver a forma como Alian Resnais consegue filmá-los com uma frescura sempre renovada seja através dos enquandramentos ou então pelos diferentes detalhes de decórs que nos apresenta de cada vez que volta ao mesmo cenário.
A neve, elemento constante durante todo o filme é um bom exemplo pois tanto é usada para nos mostrar a frieza emocional que percorre as grandes cidades, como confere uma aura poética que se cruza com o ambiente realista em determinadas cenas.
A música que acompanha todo o filme é belíssima mas ainda não a encontrei para a pôr aqui.
Confesso que fiquei curiosa para ver esta peça em teatro!

Mais uma boa sessão de cinema para quem não quer cair no consumismo do cinema americano...

01/04/2008

Bom dia !

Está um maravilhoso dia de sol, os dias terminam mais tarde, já ganhei convites para o cinema hoje...penso que o dia promete...o que acham? :)

31/03/2008

Pensamento do dia

"Enquanto protelamos a vida passa por nós a correr"
Séneca
Porque...as indecisões moem.

Bom dia


Porque...tenho de tomar um café a ver se isto anima :P

29/03/2008

TPC


Esta semana assunto em foco foi o caso da adolescente a lutar com a professora que lhe tirou o tlm. A mim o assunto irrita-me como vocês não podem imaginar. Por esse motivo o TPC desta semana é dizerem de vossa justiça, o que deveria ser feito àqueles alunos.

28/03/2008

Encontre a Alegria...

Às 21h00 estava à porta de sua casa. Dou um toque para o telemóvel e lá a vejo a descer com um sorriso de satisfação para mais uma sessão de cinema! T.L. se pudesse, iria todos os dias ao cinema e por isso é a companhia perfeita para matar o meu vício. Chegámos cedo e tínhamos os bilhetes reservados por isso tivemos tempo de ir à Fnac onde não resistir a umas comprinhas que incluíram um livro para o Luís, um cd do Rodrigo Leão, "A mulher certa" de Sandor Marai e ainda trouxe "O estrangeiro" Albert Camus, prenda de T.L. uma vez que queria que já me tinha falado deste livro e queria que eu o lesse. Já de sacos da Fnac, com um sorriso de orelha a orelha por mais um vício acalmado, lá fomos para o cinema ver uma das estreias da semana: The Bucket List

O executivo multimilionário Edward Cole (Jack Nicholson) e o mecânico de classe operária Carter Chambers (Morgan Freeman) vivem em mundos muito diferentes. Um dia, as suas vidas cruzam-se num quarto de hospital e aí descobrem dois pontos em comum: o desejo de realizarem todos os seus sonhos e se reconciliarem com quem são. Muitos anos atrás, o professor de filosofia de Carter sugeriu-lhe que fizesse uma lista de todas as coisas que gostaria de fazer antes de morrer. Agora, torna-se urgente começar a realizar todos os pontos dessa lista. Contra as ordens dos médicos, Edward e Carter embarcam numa viagem que os leva do Taj Mahal aos melhores restaurantes e a um sórdido salão de tatuagens. À medida que riscam pontos, descobrem que nunca é tarde para aproveitar a vida ao máximo. Fonte

Gosto de quase todo o tipo de cinema, mas por vezes o espírito apela à boa disposição e foi precisamente isso que consegui encontrar neste filme. Um filme onde podemos encontrar Jack Nicholson e Morgan Freeman nos seus estilos inconfundíveis e sempre a presentearem-nos com belíssimas representações. Grande mérito terá o argumentista Justin Zackham pela forma como escreve o diálogo que é por um lado hilariante mas também comovedor. Jack Nicholson usa de forma brilhante o seu sarcasmo e cinismo e Morgan Freeman continua no seu estilo que mistura a sabedoria e bom senso salpicados de um humor cujo resultado é passear-mo-nos entre o riso e as lágrimas.

Raramente podemos ver dois actores a trabalharem bem juntos mas este estranho par é o ideal para este filme.

Encontraste alegria? Deste alegria a alguém? Estas são duas questões que a certa altura Carter coloca ao seu recente amigo Edward e que nos leva a pensar no nosso caminho de vida e no que no fim terá valido a pena.
Ver trailler aqui

26/03/2008

Dia do Livro Português II - Acordo ortográfico


Apesar de ter a perfeita noção que a maior parte das pessoas não lerá este post até ao fim, por este ser para muitos um assunto "chato", no dia em que se celebra mais um Dia do livro Português deixo aqui alguns pontos referentes ao famoso acordo ortográfico que o governo quer agora ratificar.

Problemas politico-jurídicos

Este acordo é um instrumento internacional e seria necessário que entrasse em vigor no plano internacional para depois poder entrar em vigor na ordem portuguesa. Ora este acordo só foi ratificado por 3 dos 8 países e não se pode violar o princípio da igualdade de direito entre Estados admitindo que a rectificação por 3 se aplica a todos. Isto já para não falar do Artº 78 da Constituição Portuguesa que fala na obrigação do Estado em promover a salvaguarda e a valorização do património cultural (ler aqui)


Problemas com as bases do acordo

1 - Diversidade de critérios - Umas vezes é invocada a história das palavras, outras vezes a etimologia, outras o desuso e outras ainda a pronúncia.

Um exemplo é o desaparecimento das chamadas consoantes mudas em palavras como acção que passaria a ação ou abrupto que passaria a abruto. Aqui haveria para a grafia de Portugal uma grande perda do testemunho etimológico uma vez que estas letras também contam a história das palavras.
Outro exemplo é a anulação de diferenças gráficas de grande importância semântica em palavras como intercectar e interceptar, com significados distintos mas que passariam a ser a mesma palavra escrita como intercetar.
Outro exemplo ainda seriam a homofonias em palavras como adopção - aducção, concepção - concessão, secção - sessão

2 - Facultatividades - A palavra será escrita consoante fôr pronunciada em cada região (sector - setor), o que abrirá a porta a todo o tipo de variantes alcançando portanto o resultado oposto ao objectivo do acordo que visa a normalização gráfica.

3 - Vogais átonas - estas são: i - e ; o - u. Neste caso o acordo remete para vocabulários ou gramáticas mas sem qualquer tipo de critério. Vejamos o exemplo da palavra criar que vem do latim creare. Nós escrevemos a palavra com "i" no entanto se consultarmos um diccionário do início do século XX veremos crear. Já num dicionário de meados do século virá criar. Então qual o critério para estabelecermos a regra?

Consequências

É espantoso que ninguém fala dos custos que este acordo acarretará. Qual o custo da mudança dos diccionários, livros escolares, enciclopedias, etc?
Como poderiam as editoras portuguesas, principalmente as pequenas, fazer frente a isto, uma vez que milhões de livros ficariam de imediato desactualizados?
Os manuais escolares por exemplo não poderiam ser reutilizados, logo agora que foi aprovada a sua manutenção por períodos de 6 anos.
Há milhões de livros a serem usados pelas crianças neste momento e todos eles teriam de ser reconvertidos, já viram a loucura disto???


Ainda ninguém me disse um só benefício que Portugal possa ter com este acordo ortográfico!


Este post foi feito com base numa entrevista ao Vasco Graça Moura na RTP2 e que podem ouvir na íntegra aqui uma vez que só referi os pontos principais para que melhor se possa entender o que está em causa. Pena que este país não valorize mais a opinião de quem sabe...

Dia do Livro Português I

E o sonho com uma gravura que havia, muito do meu gosto?
Sonhei que aquilo tudo era real: vi-a animar-se, mexerem-se as figuras...
Nisto abria-se o portão. Por uma alameda abaixo vinham dois cavaleiros e uma amazona. Ela falava e ria-se e até voltava a cara para trás. Procurava com os olhos um belo cavaleiro, desirmanado do grupo, que montava um cavalo bravio. Também havia mais cavaleiros e amazonas, que se não distinguiam lá muito bem.
Mas tudo aquilo era bonito, era elegante.
Saíram todos do portão, finalmente, e até uma das damas, com a ideia que teve de arrancar um tronquinho de hera, ia caindo do cavalo abaixo.
Deixei de ouvir o trupe dos cavalos e as vozes e vi-me sozinha. Só, só de todo! No meio do campo. Fazia um luar divino. E todo o meu desgosto era de não ser fidalga, de não pertencer também à cavalgada.
Pus-me a andar de um lado para o outro e a falar só. Porque não tinha eu ido com eles? Com eles é que eu devia ter ido! À noite vestiria um fato de baile...
Olhei para o chão, que me pareceu todo malhado. Eu não devia pisar nenhuma daquelas malhas. Eram de luar líquido. Devia saltar por cima delas, e era o que fazia. Dava cada salto! Cheguei a saltar de árvore para árvore. De cima de uma delas até descobri um salão onde as fidalgas andavam a dançar.
Lá lá lá...lá lá lá...lá lá lá...Que valsa tão doce e tão agradável! Conhecia-a tão bem!
Eles, de calção de seda e de meia alta, elas, de cauda...
Deixem-me dançar também, dizia eu, sem que ninguém me pudesse ouvir. Por fim agarrei-me a uma árvore e pus-me a andar à roda.
Mas que vergonha, que vergonha! Descobriram-me!
Nisto acordei.

A Gravura faz parte das histórias sobre os Sonhos in «Uma Mão Cheia de Nada Outra de Cousa Nenhuma», Porto, Livraria Figueirinhas, Irene Lisboa.

Porque amanhã é o dia do livro português e esta é uma das nossas escritoras "esquecidas"

25/03/2008

Uma boa ideia

Não há nada mais prático do que uma boa ideia. Uma boa ideia não é apenas algo de interessante que nos vem à cabeça, mas é, sobretudo, um propósito que nos leva a fazer o bem e a querer ser bons. Há pessoas que ficam a discutir ideias até se desgastarem. E há outras que procuram confrontar as suas ideias na acção para mudar o mundo.
(Padre) Vasco Pinto de Magalhães, in 'Não Há Soluções, Há Caminhos'

Porque...por vezes falham-me as boas ideias!

24/03/2008

Pensamento do dia

"Fala se tens palavras mais fortes do que o silêncio, ou então guarda silêncio"
Eurípedes
Porque...assim de repente estou melhor sem dizer nada